A imigração

Olá pessoal!
Hoje volto a falar do dia em que chegamos à Toronto.

O avião pousou as 04:50 e tivemos que esperar 20 minutos para sermos liberados para entrar no aeroporto. (os dogs estavam quietinhos em suas bolsas)
Ao chegarmos na fila de imigração nos deparamos com uma fila imensa de recém chegados de um outro vôo. Esperamos mais de 1 hora para sermos atendidas e encaminhadas para a tal salinha do lado.

Juro que nessa hora fiquei puta, porque a primeira agente de imigração apenas checou os passaportes, olhou para os dogs e mandou seguir. Quando chegamos na outra sala, vimos outra fila imensa que não andava para frente (gente que precisava de work permit, student permit, mães que estavam como turista mas tinham cartas-convite do seus filhos moradores no Canadá…) – Uma tensão estava instalada ali.

Poucos policiais de imigração, umas 2 com cara ruim e, inclusive uma que adorava falar alto e expor o outro (lembrei da imigração de Nova York) – a fila ficou tão grande que mandaram para outra sala todos que precisavam de Student Permit. (nessa hora a policial chefe fez uma graça com a Lua, que já estava azeda de enjoada, e quase ficou sem as belas mãos dela). Sentamos e ali ficamos mais uma meia hora.

Nossa senha foi ser chamada as 08:00 aproximadamente (o transfer já tinha chegado para nos buscar) e as perguntas foram básicas:

  • Para que veio?
  • Qual College?
  • Qual curso?
  • Endereço?
  • Quanto tempo ficará?

A agente de imigração pede pra aguardamos e vai para a unica impressora aguardar o Student Permit, entrega para a Agnes e começa a checagem comigo, depois vai na impressora e depois me entrega… na calma de Deus.

Eu tentando não mostrar que estava puta com a vagareza e a falta de esperteza deles e tentando acalmar Pingo e Lua que estavam muito agitados nesse momento.

Com os Permits na mão desistimos de pegar a fila do SIN Number e fomos buscar as malas na ultima esteira do saguão.
Todas chegaram! 3 das 4 malas chegaram rasgadas, mas chegaram.
Estávamos felizes, mas cansadas demais para expressar felicidade aquela hora.

Saímos da esteira e fomos para a área da bagagens especiais.
A moça checou os documentos dos Dogs, carimbou, confirmou alguns dados comigo, olhou para eles e me pediu para pagar as taxas de entrada ($30 para o primeiro dog + $5 pelo segundo dog) – Fui pra fila do caixa e aguerdei 10 longos minutos para um ser canadense aparecer e me dar a P* do recibo carimbado.

Já era 08:40 quando saímos e eu estava morrendo de dó do Felipe (o transfer) que nos aguardava pacientemente.

Aí foi só por as malas no carro, pegar a Highway e deixar as lágrimas escorrerem!

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Um comentário em “A imigração

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  1. Nossa, que luta. Pelo menos depois desse tempo todo, da fome que deveria estar enorme você enfim chegaram em casa. Não vejo a hora de poder ter essa mesma sensação.

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